21/10/2012

O negócio das reformas - JN

O negócio das reformas - JN

O valor das palavras - JN

O valor das palavras - JN

Dias de servidão - JN

Dias de servidão - JN

O preço de sermos "bons" - JN

O preço de sermos "bons" - JN

A "paciência" terá limites? - JN

A "paciência" terá limites? - JN

Coisas sólidas e verdadeiras - JN

Coisas sólidas e verdadeiras - JN

"Viver sem dinheiro" - JN

"Viver sem dinheiro" - JN

19/10/2012

Pois...


19-10-2012 13:23 - Passos: "É uma verdade de La Palisse que austeridade tem custos no crescimento e emprego"
Na conferência de imprensa no final do Conselho Europeu, o primeiro-ministro português explicou as razões pelas quais Portugal não pode aliviar os seus esforços de consolidação orçamental e desvalorizou as recentes conclusões do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre excesso de austeridade.

“Ninguém discute que não haja um impacto negativo sobre o crescimento quando medidas de austeridade têm de ser tomadas. É uma verdade de ‘La Palisse’ afirmar que a austeridade tem custos ao nível do crescimento e do emprego”, afirmou Passos Coelho. “Toda a gente sabe que os países que estão sob assistência financeira não têm a mesma liberdade que os outros para poder fazer funcionar os seus estabilizadores automáticos e poder aliviar a preocupação quanto à execução das medidas acordadas com a troika.”

Sobre o recente caso dos multiplicadores orçamentais – usados para calcular o impacto da austeridade no crescimento económico – Passos Coelho recorreu ao recente esclarecimento de Abebe Selassie, chefe de missão do FMI, dizendo que “os países que estão sobre assistência financeira não devem aligeirar os seus esforços”, até porque “em Portugal não estamos a funcionar com multiplicadores abstractos, estamos com um programa concreto e monotorização a cada três meses”.

O primeiro-ministro garantiu que o programa de ajustamento português não foi tópico de discussão durante o Conselho Europeu. “Estamos muito confortáveis com as decisões tomadas a nível europeu sobre o programa português”, acrescentou.


*O jornalista em Bruxelas 




Jornal de Negócios - Nuno Aguiar

09/10/2012

Corrupção e contratos leoninos


Orçamento do Estado para 2013


Orçamento do Estado para 2013

Governo quer mais cortes na Função Pública

Governo quer aumentar já idade da reforma na função pública para 65 anos, dispensar cerca de 50 mil contratados a prazo e pagar ainda menos pelo trabalho em feriados e horas extraordinárias. O sindicatos acusam: "Isto é não é um Governo, é uma quadrilha!"

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
9:51 Terça, 9 de Outubro de 2012


Ler mais: http://visao.sapo.pt/governo-quer-mais-cortes-na-funcao-publica=f690416#ixzz28nGBz0z5

06/10/2012

a propósito dum post de Isabel Soares



Sexta-feira, 5 de Outubro de 2012


AS ÚLTIMAS VONTADES

À janela da cozinha, com aquelas amigas...




Deixa ficar a flor,
a morte na gaveta,
o tempo no degrau.
Conheces o degrau:
o sétimo degrau
depois do patamar;
o que range ao passares;
o que foi esconderijo
do maço de cigarros
fumado às escondidas...
Deixa ficar a flor.
E nem murmures. Deixa
o tempo no degrau,
a morte na gaveta.
Conheces a gaveta:
a primeira da esquerda,
que se mantém fechada.
Quem atirou a chave
pela janela fora?
Na batalha do ódio,
destruam-se, fechados,
sem tréguas, os retratos!
Deixa ficar a flor.
A flor? Não a conheces.
Bem sei. Nem eu. Ninguém.
Deixa ficar a flor.
Não digas nada. Ouve.
Não ouves o degrau?
Quem sobe agora a escada?
Como vem devagar!
Tão devagar que sobe...
não digas nada. Ouve:
é com certeza alguém,
alguém que traz a chave.
Deixa ficar a flor.

David Mourão Ferreira
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23/09/2012

Portugal em reflexão (versão inicial)


2012/09/22

Portugal em reflexão



Ai Portugal, Portugal!

Todos os portugueses têm o dever/obrigação cívica de se pronunciarem, objetiva e concretamente, sobre os problemas que afligem esta Nação milenar.
Cada um de nós tem uma opinião formada ou formatada de acordo com a sua vivência. 

A questão é que as instâncias do poder são demasiado autistas ou atuam exclusivamente na defesa dos setores da sociedade que lhes interessa. Normalmente os que detêm o poder do Capital, pois que, como se sabe, vivemos numa sociedade capitalista, pura e dura.

Neste momento quem é que decide, mesmo que à revelia da vontade e do interesse do povo português?:
As Troikas, pois quem havia de ser?
- Troika propriamente dita (FMI, CE e BCE);
- Governo (Passos, Relvas e Portas);
- Troika portuguesa (PR, BP e CES).

De modo que aqui andamos nós às voltas, com as nossas opiniões, do momento, as mais das vezes. E, desgraçadamente, sempre a "toque de caixa".

O Governo lança uns balões de ensaio e fica à espera da reação. E nós vamos emitindo as nossas opiniões. Às vezes até fazemos manifestações de rua! Algumas até são grandiosas, de fazer pensar em como o Povo, se quisesse, seria quem mais ordenava.

O Poder mete a viola no saco por uns tempos, para esfrear os entusiasmos. Convoca os Conselhos dos partidos, do Estado, da Igreja, enfim.

E ficamos à espera que as coisas se conciliem.

Foi o que aconteceu com o famigerado tema das TSU.
Tanto foguetório, tanto folclore, tantas sumidades a aparecerem nos écrans da Televisão, nos jornais, e o Governo e a coligação que o apoia a testarem as suas estratégias político/ideológicas, que mais não foi o que andaram a fazer.
Então, quer dizer, o PM já anda a dizer por meias palavras (mais uns balões de ensaio, provavelmente), que vamos moldar melhor esta questão da TSU. Moldar como?

Ah sim, o IRS está aí mesmo à mão, nada melhor que extorquir mais uns milhares de milhões aos rendimentos do trabalho. E, claro, mais uma vez, a dita classe média (onde está?!) lá se terá de pôr a jeito para deixar nos cofres do poço sem fundo do OE o pouco que já lhe está a restar.

E atenção, muita atenção! 

Convém ter presente que ainda nada se decidiu, diz o nosso Presidente, só quando houver Orçamento do Estado é que se pode tomar uma posição séria sobre as contas públicas, os Planos de Actividade para o Futuro de todos nós e as estratégias a seguir. Entretanto, nós não temos qualquer razão para estar a dar palpites nem protestar. Afinal estamos a protestar contra quê? Contra declarações formais de intenção, apresentadas com pompa e circunstância, quer pelo Primeiro Ministro quer pelo Ministro das Finanças?!

Olha o desaforo deste “bom povo português”! …

A proposta que se segue vai ser mais do mesmo. Os trabalhadores é que vão ser sobrecarregados ainda mais para se "fingir" que se resolve o problema do défice, para que se possa "fingir" que vamos pagar a monstruosa dívida pública que os sucessivos governos de Portugal têm vindo a acumular, e que ninguém das altas instâncias do círculo do poder central, se tem mostrado interessado em averiguar das suas reais origens.

De facto, estamos mesmo entregues à bicharada!
Mas que Fado o nosso!

António Nunes
(um Zé do Povo)
@as-nunes

ps.: peço desculpa aos leitores deste blogue. 
Tive que rever a edição original deste post.

04/09/2012

Em defesa do Serviço Público de Rádio e Televisão

O manifesto, promovido, entre outros, pelo realizador António Pedro Vasconcelos, abriu hoje uma página na Internet (http://www.emdefesadoservicopublicoderadioedetelevisao.pt) onde defende manutenção da empresa, mas "desgovernamentalizada, deixando de ser o Governo a nomear a administração, para garantir a sua independência".

O arquitecto Álvaro Siza Vieira, o cantor Fausto Bordalo Dias, o antigo secretário-geral da CGTP Carvalho da Silva, bem como o actual, Arménio Carlos, para além de diversos jornalistas e docentes, integram também os signatários do manifesto revelado na Internet.

Recentemente, António Pedro Vasconcelos havia apelado ao Presidente da República, Cavaco Silva, para que "trave este atentado contra o serviço público de televisão", na sequência do anúncio do cenário da concessão da RTP1 a privados e do eventual fim da RTP2.

No quadro do movimento que tem vindo a criar contra a privatização da RTP, o cineasta avançou que a prioridade vai ser apelar a três entidades: o Presidente da República, Cavaco Silva, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, e o povo português.

"Espero que Cavaco Silva trave, de uma maneira clara, este atentado ao serviço público de televisão e o ministro Paulo Portas também o deve fazer, porque a medida não está prevista no Programa de Governo do CDS, e os cidadãos portugueses devem abrir os olhos", sublinhou.

Os signatários do manifesto consideram que a concessão do serviço público de rádio e de televisão a uma empresa do foro privado, "que receberia não apenas a contribuição para o audiovisual como receitas publicitárias", induziria uma programação submetida a critérios de "rentabilidade comercial, impossível de contrariar através de um caderno de encargos, o que comprometeria a qualidade e a diversidade exigíveis a um operador de serviço público".

É dito também no texto que a "compressão do serviço público de televisão em sinal aberto, num único canal, torna impossível o cumprimento das obrigações de programação actualmente cometidas aos dois canais, visando os interesses dos diversos públicos, maioritários e minoritários".

"Os signatários entendem deixar claro que, seja qual for a 'solução final' proposta pelo Governo, não aceitam qualquer medida susceptível de amputar, enfraquecer ou alienar a propriedade ou a gestão do serviço público de rádio e de televisão", escrevem as diferentes figuras da sociedade portuguesa.




Jornal de Negócios - Lusa

05/05/2012

Só para ter à mão - CULPAS

com a devida vénia do Dr. Pacheco Pereira in abrupto


5.5.12


COISAS DA SÁBADO:  CATÁLOGO  DAS NOVAS CULPAS 


O estado de pecado no homem não é um facto, senão apenas a interpretação de um facto, a saber: de um mal-estar fisiológico, considerado sob o ponto de vista moral e religioso. O sentir-se alguém «culpado» e «pecador», não prova que na realidade o esteja, como sentir-se alguém bem não prova que na realidade esteja bem. Recordem-se os famosos processos de bruxaria; naquela época os juízes mais humanos acreditavam que havia culpabilidade; as bruxas também acreditavam; contudo, a culpabilidade não existia.(Friedrich Nietzsche)

Ser pobre é uma culpa
(Significa não ser competitivo, ser preguiçoso, depender dos subsídios, explorando as novas gerações e hipotecando o seu futuro.)

Ser funcionário público é uma culpa.
 (Viver a expensas dos contribuintes.)

Ser desempregado é uma culpa. 
 (Não ser competitivo no mercado de trabalho, não se ser “empreendedor”.)

Ser desempregado de longa duração é uma culpa. 
(Sinal de preguiça e não-“ajustamento”. Condição sensível à “pieguice”.)

Ser desempregado com mais de quarenta anos é uma culpa. 
(Não se ter “adaptado” a tempo. Condição sensível à “pieguice”.)

Ser desempregado com vinte anos é uma culpa. 
 (Não ter escolhido uma formação com “empregabilidade”.)

Ter estudado História é uma culpa. 
(Escolher ser não-empregável.)

Ter estudado Filosofia é uma culpa. 
(Escolher ser não-empregável.)

Ter estudado Literatura é uma culpa. 
(Escolher ser não-empregável.)

Ter estudado Sociologia é uma culpa. 
(Escolher ser não-empregável.)

Ser de “humanidades” é uma culpa. 
(Escolher ser não-empregável.)

Viver mais do que sessenta e cinco anos é uma culpa
(Ameaça à segurança social por via das reformas.)

Exercer os seus direitos legais à reforma é uma culpa. 
(Significa pensar que se tem direitos quando não se tem nenhum. As carreiras contributivas para a segurança social são mais úteis para controlar o défice.)

Ter nascido entre 1940 e 1950 é uma culpa. 
(Fazer parte da geração maldita dos anos sessenta que tem todas as ideias erradas.)

Ter nascido entre 1950 e 1960 é uma culpa. 
(Fazer parte da geração maldita dos anos setenta, a segunda em perigosidade depois da dos anos sessenta.)

Ter nascido entre 1960 e 1970 é uma culpa. 
 (É a geração do “cavaquismo”, como se sabe, um resquício de um PSD  “social-democrata” anacrónico.)

Ter nascido entre 1970 e 1980 é uma culpa.
 (Idem.)

Estar vivo e adulto em 2012 é uma culpa
(Viveu-se “acima das suas posses”.)

Estar vivo no 25 de Abril de 1974 é uma culpa. 
 (Veja-se este comunicado da JSD:  “”o sucesso da marca do 25 de Abril e da conquista da democracia será tanto maior quanto menos depender dos agentes da mudança de 1974..”)

Não pensar que o 25 de Abril é uma “marca”, é uma culpa. 
(Sinal de “corporativismo” a favor de uma marca duvidosa.)

Ter direitos sociais é uma culpa. 
 (O que é bom é ser-se contra os direitos, em particular quando a família é rica.)

Não ter uma família rica é uma culpa. 
 (Significa que os pais e os avós já não foram competitivos, genética errada.)

Ser sindicalizado é uma culpa. 
(Fazer parte das forças do bloqueio antiquadas que resistem ao “ajustamento”.)

Viver fora de moda é uma culpa. 
(Significa não querer ser competitivo.)

Duvidar do modo como somos governados é uma culpa. 
(Ser-se “socratista” ou “velho do Restelo”.)

(Podia continuar sempre.)


Fica aqui registado com a devida vénia do Dr. Pacheco Pereira in abrupto

03/05/2012



Redes sociais?


Já perceberam como se está a desencadear a teia infernal das chamadas redes sociais?:


- Blogues
- Círculos da Google (ando a ver se percebo como funciona)
- Facebook (coisa mórbida, parece-me, autêntica droga que se propaga exponencialmente...)
- YouTube
- mais uma data de outras redes...


?????


Credo!...................

25/04/2012

Abril desiludido





Abril desiludido


A chuva cai lentamente
Discursos, ideias ocas
Tanta palavra que mente
Saiamos das nossas tocas

O 25 de Abril está aí
Os cravos onde estão?
Esperanças que perdi?
Digo já e agora: NÃO!

Tantas ilusões
Tanto entusiasmo
Tantas canções
Agora, este marasmo...

Levantemos a moral
Lutemos com nossas mãos
Arraial, arraial, por Portugal
Voltemos à luta, irmãos!



Leiria, 25 de Abril de 2012
as nunes


Saíu, assim, de repente, num comentário que deixei no blogue do
Agostinho (aqui)

Eu poeta (in "dispersamente...")

Links "Eu poeta" do blogue "dispersamente".

http://dispersamente.blogspot.pt/search/label/eu%20poeta

24/04/2012

O ser humano


A. Perez-Reverte 

 "O ser humano é um filho da puta. 

Assumamos esta realidade e aprendamos a viver com ela."

16/05/2007

PUBLICIDADE NO "DISPERSAMENTE"

Acabei a experiência de aceitar publicidade no meu blogue, "dispersamente".
Claro que esta minha decisão é unilateral, na medida em que se os donos da Google assim o entenderem, só nos deixarão usar as suas ferramentas do blog impondo-nos certas condições.
Quais serão, não sabemos. Mas quando a esmola é grande o pobre fica desconfiado.
A ver vamos.
20/5/2007
--------
Concordei com a inserção de um anúncio Google no meu blogue "dispersamente".
Exitei bastante mas acabei por tentar esta experiência. Posso afiançar que se trata duma simples experiência. Um teste, digamos assim.
Estou curioso em perceber como funciona este esquema dos anúncios publicitários através dos blogs de domínio "blogspot.com" que, como se sabe, são propriedade da Google. Ainda não deu para concluir se é possível ganhar dinheiro com esta parceria e, ao mesmo tempo, manter o espírito desinteressado como sempre tenho participado na Net. Desde 1999/2000 que mantenho sites na rede global nos quais partilho informação e conhecimentos sem qualquer retribuição financeira.
Tal como aconteceu com o actual sistema operativo dos computadores, dominante, o Windows de Bill Gates e da Microsoft, a Google atingiu uma posição de tal maneira dominante no mundo da prestação de serviços diversos na Internet (motor de busca imprescindível, blogs, etc.) que lhe irá permitir, com todas as probabilidades, passar a exigir o pagamento duma contrapartida para nos deixar continuar com os nossos blogues, e-mails e alojamento de fotografias, usufruindo de tantas facilidades como as que estamos a ter actualmente: e-mails de 3 Gb, alojamento de fotos até 8 Mb cada, sei lá que mais. Impressionante o poderio que a Google está a assumir no mundo das comunicações via internet.
E não vai ficar por aqui, com toda a certeza.
Será que os patrões da Google estarão na disposição de partilhar os seus lucros astronómicos em publicidade com os bloggers e outros utilizadores gratuitos? Nós, os utilizadores, que nos pendurámos na Google sob a promessa do Eldorado de usufruirmos de serviços gratuitos e de excepcional qualidade, será que iremos passar a integrar o número de parceiros de negócio?
Não me apetecia rir com a minha própria pergunta, mas não imagino sequer qual será a resposta!
Gostaria de saber das vossas reflexões sobre o assunto.
Um abraço de muita estima e consideração
António Nunes

03/04/2007

http://dispersamente.blogspot.com/2007/04/largo-da-s-em-leiria-1974-2007.html

Na sequência deste post, aqui ficam algumas fotos daquele brutal abate das árvores do Largo da Sé, em Leiria, em 28-11-2000:

Ora digam-me lá se esta árvores estaria assim tão caquética e carcomida pelo tempo, que se justificasse o seu abate.

Tinha, mesmo assim, seguramente, muito mais de 100 anos.

Aqui vai o correio...rumo USA

Hi AL...
Andei à procura do raminho de alecrim...atrapalhei.me na busca no meu arquivo de fotos e assim sendo, antes que se faça tarde, aqui vai a encomenda...
Um grande abraço,
extensivo a todos os que lerem esta nota...não se sintam cuscos. No problem at all!
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31/03/2007

Memórias dum internauta...

A propósito do post que coloquei no dispersamente por alturas do nº 15.000 no contador de visitas.
Como queria dizer:
- A minha actividade profissional não me permite ocupar o tempo que eu gostaria em questões técnicas ligadas à informática e às comunicações;
- Posso dizer que tenho o privilégio e o orgulho de fazer parte da geração que pôs a funcionar esta grande ferramenta global, que é a WWW;
- Já em 1972 andava eu em bolandas a tirar um curso profissional de "Linguagem e programação COBOL", estávamos na era do cartão perfurado em que a informação binária era trabalhada através da sensibilização óptica de zonas escuras e com luz;
- Lembro-me como se fosse hoje dum célebre dia em que um colega entra pela sala de aula dentro, todo eufórico, a dizer que os Americanos já tinham descoberto um processo de armazenamento da informação binária através da gravação electromagnética dum disco, tipo "Long Play" - os discos de vinil que nós comprávamos/emprestávamos para ouvir as músicas da nossa preferência, as que tinham a honra de serem gravadas em Vinil. Qual pirataria qual quê? Quem quisesse ouvir música sem ser através da Rádio (em onda Média ou Onda Curta e era um pau, qual FM qual carapuça!...) tinha que puxar os cordões à bolsa e comprar o disco, mais nada!
Estupefacção geral! Não poder ser! Como é que os gajos conseguiram fazer isso?... Que tempos, caramba!
E lá começámos a usar aqueles discos com capacidades para 8 MB (é isso é, 8 mega bytes) e com esse disco conseguíamos pôr um computador a fazer a contabilidade e a facturação duma empresa já de pequena/média dimensão. Ah, estou a lembrar-me do computador "Wang", acho que era assim que se chamava.
- Quanta evolução de então para cá!...
- Por alturas da licenciatura do meu filho Bruno, ainda ele andava a estudar na Universidade de Coimbra, Engenharia de Informática, a sua influência (eu que o tinha influenciado a seguir Informática e Telecomunicações), fins dos anos 80, e depois de ter passado pela fase dos primeiros passos da Internet via rádio através do chamado "Packet radio" dos radioamadores (que ainda hoje sou, desde 15/6/1982), dos nossos "digipeters" e BBS instaladas nos montes e serras, um pouco por todos os pontos estratégicos deste país, das configurações dessas "mail box", com os nossos computadores ligados anos a fio, sem interrupção, configurações já então por FTP à distância (poucos eram os que o conseguiam fazer porque era preciso estudar muito e praticar, aprendendo uns com os outros), lá entrei no mundo das páginas web;
- alguns endereços dessas páginas, as que ainda me lembro e que ainda estão no ar, nem sei como é que alguns servidores ainda as têm carregadas, tanto tempo já passado. É que essas páginas eram atribuídas gratuitamente:
http://www.nunes.com.pt (domínio próprio)
http://www.leiriana.net (domínio próprio administrado por mim)
etc (pode ser que me lembre de outros endereços);
- Logo no princípio deste século o Bruno começou a falar-me dos blogs, mas eu andava com ela fisgada nas páginas web e não encarei com bons olhos essa coisa de ir para a Internet sem ser eu próprio a desenhar e criar os meus próprios ficheiros, com texto e imagem com a disposição que eu muito bem entendesse, sem estar sujeito a coisas padronizadas, a fazer os uploads por ftp com contas geridas por mim próprio;
- Acabei por me render aos blogues:
- Comecei com um blog que era para ficar já com o endereço do dispersamente, isto em Out/Nov de 2005. Mas como me enganei ao digitar o nome ficou http://disprsamente.blogspot.com
- E pronto aqui ando nestas lides, já com 60 anos de vida.
-
Sou capaz de voltar a este post para o actualizar, mais tarde.
Um abraço a quem ler este arrazoado de memórias...
António Nunes
e-mail primário: nunes.geral@gmail.com
e-mail: geral@leiriana.net

25/03/2007

Palavras no ar

À atenção particular do Agostinho...de Parada de Gonta.
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Olá, como vão?...

Cá vou andando, a trabalhar as searas que o tempo e a terra me permitirem...
Num intervalo da actual safra, uma miscelânea de produtos, que nem eu sei se darei conta do recado, estava eu a experimentar a câmara web que vem com o portátil da "HP Pavilion Entertainment PC", uma boa máquina, parece-me.

09/03/2007

Raminho - Terceira - Açores


HERÁLDICA

Foi aprovado o Brazão, bandeira e selo branco por proposta da Junta de Freguesia em sessão ordinária da Assembleia de Freguesia, em 16 de Fevereiro de 1996, tendo em conta o parecer da Comissão de Heráldica da Associação de Arqueólogos Portugueses, de 31 de Janeiro de 1996.
BRAZÃO – escudo verde, banda de ouro carregada de três abelhas de sua cor postas no sentido da banda, acompanhadas em chefe de sol de ouro de doze raios, seis em ponta e seis em chama, carregado de uma cruz latina de negro; em ponta uma gavela de trigo de ouro, atada de vermelho. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúsculas: « RAMINHO ».
BANDEIRA – amarela. Cordão e borlas de prata verde. Haste e lança de ouro.
SELO – nos termos da lei, com a legenda « Junta de Freguesia do Raminho »

SIMBOLOGIA DA HERÁLDICA
As figuras ou peças e cores que integram os Símbolos Heráldicos do Raminho representam:
O VERDE - a esperança e a confiança, simbolizando também as ricas pastagens e campos desta freguesia.
A banda ou facha em OURO, que atravessa o escudo, significa a fé cristã, também bem viva nos paroquianos do Raminho.
As ABELHAS simbolizam a dedicação e a persistência bem como o espírito de trabalho que anima os habitantes desta freguesia.
O SOL de doze pontas carregado de uma CRUZ pretende ser uma alusão ao padroeiro desta freguesia, S. Francisco Xavier. O sol na simbólica cristã passou a representar Jesus Cristo o Sol da Justiça.
A GAVELA de ouro, atada de vermelho, significa a abundância da produção agrícola do Raminho.
O VERMELHO representa o valor e valentia bem como a caridade e a generosidade, atributo também do povo do Raminho.
COROA MURAL que, devido ás suas três torres, distingue o Raminho como freguesia.
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Retirado do site http://www.raminho.org/
- Aqui nasceu Eva de Sousa Esteves Paiva em 1919. Vive em Leiria.

08/03/2007

Amanhã...

Montagem da capa com parte da contracapa do livro de Júlia Ribeiro.
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07/03/2007

Distância Focal e Tipos de Lentes

Ver no seguinte endereço: http://www.herbario.co.br/fotoweb/curso_fotografico/c61.htm
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Distância Focal e Tipos de Lentes
As lentes são a alma da câmera fotográfica. Através da passagem da luz pelos seus cristais, os raios luminosos são orientados de maneira ordenada para sensibilizar a película fotográfica e formar a imagem.
Uma lente (também chamada de objetiva) é formada basicamente de 3 elementos: um corpo, geralmente de metal ou outro material de boa resistência, que envolve e protege os elementos internos; os cristais, que constituem o elemento ótico da estrutura, ou seja, a lente propriamente dita; e o diafragma, estrutura que controla a quantidade de luz que passa através da lente.

As lentes autofocus dispõem também de estruturas que orientam a focalização da imagem, que geralmente é controlada pela câmera. Alguns modelos possuem um microprocessador e um motor interno, que controlam o foco independentemente da câmera, como na linha EOS da Canon e AF-S da Nikon.

Tipos de lentes
A distância focal, medida em milímetros, é a distância entre o centro ótico da lente e a película fotográfica (ou o CCD nas digitais), situada no interior do corpo da câmera. É através dela que classificamos as lentes. É ela que define todas as características próprias de cada objetiva e o resultado estético da imagem produzida por cada uma.

Lentes Grande Angular
(distância focal de 8 a 35 mm)
As lentes grande angulares possuem um amplo ângulo de visão, ou seja, com o uso destas lentes conseguimos enquadrar uma área bastante grande a uma curta distância.São úteis para fotografar em locais com pouco espaço, fazer tomadas panorâmicas, bem como de grupos de pessoas a pouca distância.Devido as suas características óticas, as imagens sofrem uma distorção arredondada nas bordas, principalmente se forem feitas muito próximas ao assunto fotografado.Uma característica marcante é a grande profundidade de campo proporcionada pelas grande angulares, mesmo em pequenas aberturas de diafragma. A foto ao lado foi feita com uma lente Nikkor 24mm f2.8.
Lentes Normais
(distância focal de 40 a 60 mm)
Uma lente normal produz uma imagem muito próxima da visão humana a olho nu. São lentes úteis para fotos de arquitetura, paisagens, pessoas, retratos, produzindo imagens naturais, sem grandes efeitos estéticos e com pouca distorção. A foto ao lado foi feita com uma lente Zuiko 50 mm f1.2.

Lentes Teleobjetivas
(distância focal acima de 80 mm)
As lentes de distância focal grande abrangem um pequeno ângulo de visão. São indicadas para fotos de objetos que estão a uma longa distância, e dos quais não podemos nos aproximar. São muito usadas para fotos de esportes e natureza.As teles de distância focal entre 85 e 135 mm são as mais indicados para fotos de retratos, produzindo imagens sem distorção, guardando as proporções originais do modelo. Ao contrário das grande angulares, as teles possuem uma pequena profundidade de campo, que pode ser útil para compor um fundo desfocado muito interessante para um retrato.As lentes de 300, 400 e 600 mm são as preferidas pelos fotógrafos de esportes. São lentes grandes e pesadas, e também muito caras, necessitando sempre de um monopé para sua sustentação. A foto ao lado foi feita com uma lente Nikkor 180mm f2.8.

Lentes "Zoom"
A lente zoom é uma objetiva com distância focal variável, ou seja, em uma mesma lente temos várias distâncias focais diferentes. Este tipo de lente é muito versátil e prática, já que podemos com um mesmo equipamento fazer vários tipos de enquadramento.Por exemplo: uma lente 35-105 mm nos dá a possibilidade de trabalhar com uma grande angular (regulada em 35 mm), com uma normal (regulada em 50 mm) bem como com uma tele (regulada em 105 mm).Estas lentes são um pouco mais caras que as lentes fixas, um pouco mais pesadas e também menos luminosas. Porém são uma opção bastante prática para o trabalho do dia a dia, já que com uma única lente podemos substituir outras três.
Lentes Macro
As lentes macro são usadas para fazer microfotografias, ou seja, fotos de objetos muito pequenos. São muitos utilizadas em fotografia médica, científica, natureza e reproduções.Como temos que nos aproximar muito do objeto, as macrofotografias tem sempre uma pequena profundidade de campo, que pode ser compensada pelo uso de aberturas mínimas (f11, f16).As lentes macro tem distância focal de 50, 100 e 200 mm. Quanto maior a distância focal, maior a distância do objeto fotografado. Por exemplo: uma macro ideal para um dentista seria uma 200 mm, pois ele poderia, a uma distância confortável, fotografar um dente dentro da boca do paciente.A foto ao lado foi feita com uma macro Nikkor 60mm f2.8 .

Nota introdutória

Este blogue vai ter como finalidade servir de suporte para informações e ensaios da mais variada índole.
Vai constituir-se num autêntico Bloco de Notas que, eventualmente, estarei na disposição de partilhar com quem se manifestar nesse sentido.

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